{"id":406,"date":"2012-11-24T23:19:00","date_gmt":"2012-11-24T23:19:00","guid":{"rendered":"http:\/\/elevenconsultoria.com.br\/portal\/2012\/11\/24\/qual-o-peso-do-diploma-nas-carreiras-de-ti\/"},"modified":"2012-11-24T23:19:00","modified_gmt":"2012-11-24T23:19:00","slug":"qual-o-peso-do-diploma-nas-carreiras-de-ti","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/elevenconsultoria.com.br\/portal\/2012\/11\/24\/qual-o-peso-do-diploma-nas-carreiras-de-ti\/","title":{"rendered":"Qual o peso do diploma nas carreiras de TI?"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; text-align: justify;\">Experi\u00eancia e um bom pacote de certifica\u00e7\u00f5es substituem a gradua\u00e7\u00e3o? Nas grandes empresas, n\u00e3o. Mas se a ideia \u00e9 empreender, o canudo pode n\u00e3o fazer falta.<\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"clear: both; text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-SOdKHtfsv4M\/ULFVVs3AEuI\/AAAAAAAAAL4\/JcXShvDFnPw\/s1600\/HSDip.jpg\" style=\"clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" height=\"150\" src=\"http:\/\/4.bp.blogspot.com\/-SOdKHtfsv4M\/ULFVVs3AEuI\/AAAAAAAAAL4\/JcXShvDFnPw\/s200\/HSDip.jpg\" width=\"200\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;\">O que Bill Gates, Steve Jobs, Michael Dell e Mark Zuckerberg t\u00eam em comum, al\u00e9m de serem empreendedores bem-sucedidos e milion\u00e1rios? Os quatro \u00edcones da tecnologia tinham pressa e n\u00e3o conclu\u00edram seus cursos universit\u00e1rios. Com uma boa ideia na cabe\u00e7a e muita disposi\u00e7\u00e3o, eles fiz eram uma op\u00e7\u00e3o arriscada e se deram bem, muito bem. Mas ser\u00e1 que hoje o mercado aceita p r o fissionais que n\u00e3o t\u00eam um canudo de gradua\u00e7\u00e3o? A resposta para essa pergunta passa por duas vari\u00e1veis: a \u00e1rea escolhida e as ambi\u00e7\u00f5es do profissional. Se a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 trabalhar numa grande empresa ou banco e ainda combinar tecnologia com neg\u00f3cios, o diploma conta, sim, e muito. Se, por outro lado, a op\u00e7\u00e3o for montar um neg\u00f3cio pr\u00f3prio ou trabalhar em empresas pequenas e m\u00e9dias, experi\u00eancia de mercado e um bom conjunto de certifica\u00e7\u00f5es podem ser mais do que suficientes .<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;\">Veja o caso de Jorge Cenci, de 53 anos. Sem diploma de n\u00edvel superior, mas com experi\u00eancia de sobra, Cenci \u00e9 hoje presidente da Senior Sistemas, empresa que desenvolve software para gest\u00e3o empresarial. Ele entrou no mercado h\u00e1 30 anos, quando nem se falava em gradua\u00e7\u00e3o para a \u00e1rea de tecnologia. &#8220;Foquei a carreira em cursos t\u00e9cnicos e certifica\u00e7\u00f5es&#8221;, afirma Cenci. T\u00e9cnico em contabilidade e administra\u00e7\u00e3o de empresas, ele chegou \u00e0 Senior Sistemas em 1990, para dirigir as \u00e1reas comercial e financeira. Depois de 13 anos de bons resultados, assumiu a presid\u00eancia da companhia.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;\">&nbsp;Hist\u00f3rias como a de Cenci s\u00e3o comuns no mercado de tecnologia. Segundo Andr\u00e9 Assef, diretor operacional da consultoria de RH Desix, muitas vezes experi\u00eancia e boas certifica\u00e7\u00f5es contam mesmo mais do que quatro anos de faculdade. &#8220;Nunca vi uma empresa de pequeno ou m\u00e9dio portes recusar um profissional de tecnologia por n\u00e3o ter ensino superior. Isso s\u00f3 acontece nas grandes companhias&#8221;, afirma Assef.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;\">S\u00f3 com diploma? <o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;\">Na BRQ IT Services, fornecedora de servi\u00e7os de TI, a gradua\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 essencial para cargos t\u00e9cnicos. Segundo Andrea Quadros, diretora de RH, o mais importante \u00e9 a experi\u00eancia em outras empresas, as certifi ca\u00e7\u00f5es e o conhecimento de diferentes linguagens de programa\u00e7\u00e3o. &#8220;N\u00e3o fazemos restri\u00e7\u00e3o. Procuramos olhar sempre para o hist\u00f3rico profissional&#8221;, diz Andrea.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;\">Funcion\u00e1rio da BRQ desde 2000, Ivan Bodelon Rissato, de 34 anos, avan\u00e7ou na carreira sem forma\u00e7\u00e3o superior. Entrou como analista de sistemas e logo percebeu que o aprendizado em diversas linguagens de programa\u00e7\u00e3o e as certifica\u00e7\u00f5es, aliadas \u00e0 experi\u00eancia, trariam crescimento mais acelerado e foi em frente. Hoje, Rissato \u00e9 gerente de projetos e sua meta \u00e9 chegar a diretor. Para isso, investe tamb\u00e9m no conhecimento de neg\u00f3cio, al\u00e9m da t\u00e9cnica.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;\">Na \u00e1rea de TI h\u00e1 15 anos, Luciano Grenga, de 34 anos, tamb\u00e9m nunca se deparou com a necessidade de um diploma de n\u00edvel superior. Coordenador de TI da Foothills, empresa de m\u00e9dio porte da \u00e1rea qu\u00edmica, Grenga cursou tr\u00eas anos de administra\u00e7\u00e3o de empresas com \u00eanfase em an\u00e1lise de sistemas, mas trocou a faculdade pelo trabalho. &#8220;A gradua\u00e7\u00e3o \u00e9 importante, mas n\u00e3o essencial&#8221;, diz Grenga.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;\">Nas grandes corpora\u00e7\u00f5es ou bancos, como o Ita\u00fa Unibanco, experi\u00eancia e bom portf\u00f3lio s\u00e3o importantes, mas forma\u00e7\u00e3o superior \u00e9 essencial.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;\">A superintendente de consultoria do banco, Vera Bernardino, diz que a \u00e1rea de TI \u00e9 core business no sistema financeiro e, por isso, \u00e9 importante que o profissional seja mais do que um t\u00e9cnico. &#8220;Ele deve ser um consultor em tecnologia. E para isso a forma\u00e7\u00e3o superior \u00e9 o primeiro passo&#8221;, afirma Vera.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;\">No banco Santander, diploma tamb\u00e9m \u00e9 fundamental no processo de sele\u00e7\u00e3o. O diretor de RH do banco, Marco Andr\u00e9 Ferreira, afirma que profissionais de tecnologia devem necessariamente ter liga\u00e7\u00e3o com neg\u00f3cios e para isso a gradua\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial. &#8220;Nossa equipe de tecnologia se relaciona com as \u00e1reas de neg\u00f3cios e por isso buscamos profissionais de TI com uma vis\u00e3o abrangente, proporcionada pelo ensino superior&#8221;, diz Ferreira. Assim, se a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 atuar em bancos do porte do Ita\u00fa Unibanco e do Santander, ou fazer da TI um instrumento de neg\u00f3cios, a gradua\u00e7\u00e3o precisa, sim, entrar nos planos. &#8220;Hoje, os grandes executivos de TI s\u00e3o extremamente qualificados e graduados&#8221;, diz Renato Gutierrez, consultor s\u00eanior de capital humano da Mercer.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;\">O consultor Alfredo Pinheiro, presidente da Compass Management Consulting, faz uma distin\u00e7\u00e3o entre a \u00e1rea t\u00e9cnica e a de business. Na t\u00e9cnica, \u00e9 poss\u00edvel encontrar pessoas competentes sem ensino superior que v\u00e3o crescer e se dar bem na carreira. &#8220;Mas estamos falando de casos isolados. Hoje, mais do que nunca, os diplomas importam, assim como MBA e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o.&#8221; Mas Pinheiro acredita que a veia empreendedora pode muitas vezes substituir a forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica. Isso leva a hist\u00f3rias como as dos fundadores da Microsoft, da Apple, da Dell e do Facebook, que correram atr\u00e1s de um sonho na juventude e trocaram as aulas formais pelo desejo de acontecer.<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<p><\/p>\n<div style=\"border: none; color: #333333; font-family: arial; line-height: 22.5px; list-style-type: none; margin-bottom: 15px; margin-top: 15px; outline: none; padding: 0px; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: xx-small;\"><a href=\"http:\/\/info.abril.com.br\/\">Fonte: Info Online<\/a><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Experi\u00eancia e um bom pacote de certifica\u00e7\u00f5es substituem a gradua\u00e7\u00e3o? Nas grandes empresas, n\u00e3o. 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